sexta-feira, 30 de abril de 2010

Penso!
sobre meu ombro pesa a responsabilidade do prazo,
a ser cumprido;
o tempo não dar trégua.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

viva

Não vi a coroa do sol hoje,
mas vi a coroa da lua nua,
pálida a noite estava fresca,
um vento solto, leve
acenava as folhas das plantas,
a vida passa e não vemos.

Ver o sol é muito importante,
mas ver a lua é tão importante.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

ingeuidade

Eu acordo, vejo o sol nascer, percebo que ao longo do dia o sol cruza o céu e se põe ao fim do dia.
Eu avalio que todos os dias o sol nasce, mesmo que esteja chovendo, pois tudo fica claro.
O não vejo deus, não sinto, mas meus pais sempre abordaram sobre sua existência e assim construi minha crença.

A realidade está relacionada a minha percepções ou a minhas crenças?

Eu construi meu universo avaliando os fenômenos que acontecem ao meu redor, através de observações, mas muitas vezes eu cedo a minha crença pela do outro, as vezes de meus pais. Todavia como meus pais construiram suas razões? Talvez ouvindo os padres na igreja, no convívio em sociedade ou ouvindo os mais experientes. Por que aceito suas verdades como minhas?
Esse medo inexplicado que nos atormenta sobre o que virá após a morte. Sim é na ingenuidade, nos medos mais profundo que os avós de meus avós, meus pais assim passaram essa verdade incontestável da existência de um deus antropomorfico que muitas vezes serviram para cegar as gerações. Ou estarei eu blasfemando contra Deus?

O sol nasce, o homem passa pra roça e a vida continua, linermente, nascendo, crescendo, matando...

domingo, 25 de abril de 2010

intolerância

As pessoas do mundo estão cada dia mais violentas. Parecem estarem por um processo de transição, pois um dos combustíveis para esses atos, talvez seja a intolerância.
A intolerância cega a pessoa, e muitas vezes movidas pela emoção, não raciocinam e cometem barbaries.
As pessoas não aceitam o diferente, são etnocentricas, e acreditam estarem sempre com a razão.
Querem ser sempre as primeiras a terem algum tipo de vantagem, sobre qualquer coisa, acham que sabem de tudo. As pessoas não estão passando da adolescência.
Mas o que fazer com essas pessoas?
Bem acho que é bom ser mais humano.

terça-feira, 20 de abril de 2010

devagar.

O que somos?
A experiência nos ensina diariamente a construirmos nossa essência.
O que é essa essência? Para mim é a capacidade que tem o ser humano de compreender o mundo, adquirida sob intenso esforço ou a intensa ação do tempo. Podemos enchermos de essência, no entanto para isso temos que sacrificar algo na vida, pois são as escolhas que irão dar um norte ao seu futuro.
Somos um nada, nos tornamos algo e finalmente nos desfazemos no nada.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

loucura da atualidade

Chega a noite, falta sono, que passa se lentamente ao longo de minha impaciente anciedade. O tempo não para, meus pensamentos me fazem sofrer, pois tenho prazo, tenho medo.
Nem nas noites escuras tenho sono, não me sinto bem e é durante o dia que vem o sono.
A anciedade e o medo me atormentam, como um relógio de areia, vejo a anciedade e o medo me sufocando, como pedras enchendo a ampulheta, o relógio vai parar.
O mundo atual é cada vez mais exigente, as pessoas precisam constantemente estarem produzindo, criando algo, pois esse novo rítmo é que nos dar o conforto que desfrutamos e este tem que ser mantido a qualquer custo, carro do ano, roupas da hora, internet, ir ao shop ver cinema, lojas, comprar, não tem outra forma senão trabalhar muito e suportar os desconfortos que nos servem pra mantermos tudo isso.
As pessoas parecem cada vez mais felizes, mais poderosas mais importantes, pois essa felicidade e essa importância são comprados a preço de suor.
Pacotes são comprados nas vitrines, livros e mais livros com a receita de como enriquecer, como ficar bonito, como ter saúde. Esta tudo lá na veja, istoé, contigo, dentre tantas, ah jámais tem uma edição que não ensine algo sobre desenpenho sexual.

Essa incerteza no futuro está me deixando doente.

Para que tudo isso?
Que loucura.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Devastação

Como o intenso crescimento da população humana o meio ambiente vem sofrendo intensa devastação, porque torna-se cada vez maior a necessidade de produção de alimentos, maios de transporte, bens de consumo.
Os reflexos desta pressão ambiental são expostos nos diversos meios de comunicação, principalmente jornais, revistas, internet, são temas já recorrentes entre as primeiras páginas, artigos referentes a tais pressões visto que temos queimadas, paara renovação de pastos; desmatamentos para plantio principalmente da soja, além da cana-de-açúcar recentemente tema de debate internacional importante para a prodção de bioconbustível. Hoje o Brasil é um dos maiores exportadores de carne bovina, soja e seus derivados, exporta praticamente para todo o mundo, tendo mercado consolidado com a China. Além destes o Brasil é um dos maiores fornecedores de ferro para a China. Atrelado a estas explorações temos dois biomas, o Cerrado e a Amazonia, com intensa pressão antrópica. O cerrado localizado quase que totalmente na região centro-oeste, vem sendo paulatimante substituído sua vegetação por verdadeiros mares de soja e onde não tem soja é intensa a ampliação da pecuária extensiva, alguns pesquisadores comentam que a ação da soja é mais devastadora que a pecuária tendo em vista que toda a biodiversidade local é totalmente desvastada para o plantio da soja, enquanto a pecuária deixa resquícios das plantas que poderia ser restabelecidas.
Quanto a Amazônia é intensa a exploração de minério de ferro no estado do Pará.
O desenvolvimento é necessário, no entanto é importante que estudos de impactos ambientais sejam realizados visando amenizar a completa devastação da biodiversidade que ainda nos resta.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Conciência

Caminhando pelas ruas podemos perceber o quanto somos ignorados, ainda mais, quando somos pedestres. As pessoas em seus meios de transportes, com suas correrias não respeitam as faixas de pedestres e quando tem as ciclovias. Outro dia quando caminhava para casa no fim de tarde, vindo da universidade, seguia pela via de bicicleta, quando já próximo a um retorno, onde havia um cruzamento, entre a ciclovia e rodovia, onde havia uma placa extanpada antes do cruzamento indicando preferência ao pedestre. Fiquei indignado quando uma senhora de seus 45 a 50 anos parou o carro bem em cima da ciclovia, então, me aproximei do carro e educadamente falei para ela que estava errado parar o carro naquele local. A senhora me ignorou por um instante, acelerou o carro tirou-o da ciclovia e em seguida e gritou que ali era ciclovia e que eu era um pedestre, ou seja por ser pedestre não teria razão de reclamar, no entanto não discuti e fui embora, pelo menos ela falou isso depois que saiu da via. Acho que por aquele instante ela si tocou que estava errada, mas se sentiu ferida por ter sido repreendida.
Aqui em Campinas é comum o pedestre aguardar todos os carros passarem em uma faixa sem sinal, as grande maioria falta com educação, os motoristas parecem ignorar a presença dos pedestre até mesmo em locais onde estes têm preferências.
A educação no trânsito, não só neste município, mas em quase todo o Basil, faz-se necessária visto que sem esta voltaremos a barbárie. Mesmo esntando no ápice da evolução tecnológica, nos comportamos como trogloditas, pois expressamos nossos egoismos cegamente diante de situações em que estamos errados, por orgulho achamos que estamos certos. Somos todos tão intolerantes aos erros alheios e complacentes com o os nossos.
Acho que após ler este texto, possas ter um breve momento de reflexão onde erro? onde posso melhorar? Será que sou um bom motorista?
Acho que se aos poucos agir com uma boa atitude, por mínima que seja, poderemos melhorar nossa qualidade de vida.

domingo, 11 de abril de 2010

vida minha

Quando te encontrei bebi do teu olhar,
bebi do teu riso,
Quando te encontrei algo aconteceu, não sei, se voce sorriu, só sei que senti o cheiro da tua aurea, senti a candida vez.
Quando te encontrei, nem reparei a hora, os teus lábios.
não sei se qual dia da semana era.

Então quando acordei percebi que era sonho, percebi que era a vida.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

que me consome?

O que me consome? o tempo.
Passamos todo o tempo nos avaliando, pensando no que resultará nossas atitudes, se são certas ou se são erradas.
Nos consumimos quando questinados de nossas atitudes, portanto essa busca pela perfeição, pelo todo, nos consome, pois é necessário tempo para se polir, visto que é uma acertiva ver o que vai correto.

terça-feira, 6 de abril de 2010

frio dia

Hoje o sol mal apareceu e o dia foi tão frio. Nuvens leves e frias passavam como fumaça pelo céu vindas do horizonte frio. Poucas vezes que o sol apareceu tão macambúzio.
Passei um frio! nesse dia branco quem sabe é o início do inverno pode ser que venha pra marcar o fim de uma estação.
Dias assim, dias de paz.

Choveu no fim da manhã e quando fui almoçar ainda chovia tenuemente.

E veio a tarde escura e veio a noite escura.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

verde montanha

Verdes montanhas,
com vaquinhas e cavalos brancas, pretas e vermelhos,
suas arbores de flores amarelas e roxas,
verdes montanhas
teus sons de riachos e de cantos de pássaros,
verdes montanhas de nuvens soltas,
desfazendo-se a cor em chuva,
que brando a hegemonia do son dos riachos,
o tempo aqui quase parou,
o mundo fora de mim
não existe.
vi e aprendi as belezas da montanha, do povo,
do todo, do nada...

Pascoa

Neste ano de 2010 fomos na páscoa para um lugar maravilhoso que fica na cidade de Itajubar, Minas Gerais, um antigo convento que foi comprado por um casal muito simpáticos, Marcelo e Samanta.
Adorei o lugar por ficar quase no alto de uma montanha, onde pude desfrutar da paz, da beleza cênica das montanhas e das araucárias. Dentro do quarto em que ficamos podiamos ouvir o som das águas correndo corrego abaixo e do canto das aves aves.
Choveu quase todos os dias, mas adoro o som da chuva portanto não me icomodou nem um pouco.
As refeições foram lautas, regadas a comida mineira, pães de queijo, carne de porco, e diversos doces.
Estava disponíveis cavalos para cavalgar e bicicletas, tinham trilhas para fazer.
As camas eram confortáveis e tinha até redes, e cadeiras para descansar a vontade.

Todos os dias em que estive lá acordei cedo, abria a janela para sentir o ar fresco do campo e poder ficar olhando para as mintanhas, muitas vezes cobertas por névoas ou nuvens.
Após tinha o café e aula de ioga, muito relachante.
As noites eram escuras, mas muito aconchegantes.
Foi duro dar adeus no fim da tarde de domingo, ficou aquela saudade.
Que delíciosa páscoa com a namorada e os amigos e novos amigos que fizemos.